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06/10/2015 15:00

1ª edição “Secti na Área – Tecnologias Assistivas” lota auditório do Tecnocentro

Homem, máquina e sistemas. A integração entre esses atores pode gerar importantes ferramentas para inclusão de pessoas com necessidades especiais. Essas e outras questões foram debatidas nesta terça-feira (6), no auditório, lotado, do Tecnocentro Bautista Vidal, durante a 1ª edição do “Secti na Área – Tecnologias Assistivas”, organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia.

O evento discutiu como as novas tecnologias podem auxiliar a sociedade. Primeiro a palestrar, o representante da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Alexandre Baroni, deu depoimento pessoal sobre os desafios e utilização destas tecnologias. Também foram apresentados alguns projetos que beneficiam este público, como a Bengala Automatizada para Detecção de Obstáculos, criada pelo professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (Ifba), Justino Medeiros; e projetos de automação residencial, da Apthouse, sob responsabilidade de Weber dos Anjos.

Sobre o trabalho desenvolvido pelo Cetene, através da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), o professor Teófilo Galvão falou sobre novas etapas e desafios das tecnologias assistivas. Representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Alzir Mahal destacou formas de financiamento para produtos e serviços nesta área.

O analista de sistemas Sidney Reis, que é cadeirante, compareceu ao evento e comemorou a iniciativa da Secti. “O evento foi excelente e superou minhas expectativas. Uma coisa que falta na Bahia é essa articulação de quem teve a ideia e de quem quer financiar. Então, quando você junta tudo pode se produzir algo muito interessante”, comentou.

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