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17/08/2016 09:20

Relação entre Economia Criativa e Tecnologia é tema do Secti na Área

O clima mais formal percebido em seminários não teve vez na sétima edição do Secti na Área. Realizado no Cine Teatro Solar Boa Vista, na tarde desta terça-feira (16), o evento trouxe o tema Economia Criativa: A Periferia no Centro e contou com a presença de representantes das artes cênicas e visuais, música, literatura, audiovisual, animação, games, programação, design e gastronomia.

Esta edição do encontro, que é promovido periodicamente pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti), apresentou um formato que deixou os palestrantes bem próximos da plateia - por sua vez, bastante participativa -, tornando difícil a distinção entre um e o outro. A reflexão sobre os possíveis usos da tecnologia, em atividades do setor, norteou a maior parte dos debates levantados. O superintendente de Inovação da Secti, Thomas Buck, trouxe à tona o conceito de que “Economia Criativa está intimamente ligada à abundância, ao gerar valor a partir de recursos intangíveis”.

Essa reunião de diferentes atores que fazem parte do mesmo ecossistema é uma premissa do Secti na Área. Um dos integrantes do público, Flávio Gonçalves, diretor do Instituto Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), deixou claro que achou o evento “uma experiência interessante, que permite compartilhar informações e colocar pessoas que estão em diferentes organizações, sejam elas públicas ou privadas, em contato”. Gonçalves crê, ainda, que “a partir dessa troca, há a construção de parcerias sólidas”.

O estudante de Gastronomia Iago Luz fez coro com o diretor do Irdeb e assumiu que vê, no encontro, “uma oportunidade de iniciar os esforços para se tornar um empreendedor do ramo e conhecer gente que pode ajudar nessa empreitada”. Iago e todas as outras pessoas da plateia tiveram a oportunidade de conhecer a visão sobre o tema, do ponto de vista de Daniele Canedo, do Observatório da Economia Criativa; Luciana Vasconcelos da Bahia, Criativa/SecultBA; Luciane Neves, do Instituto Mídia Étnica/Correio Nagô; Bruno Rohde, do Curso de Tecnologias Livres na Criação Artística; Monique Evelle, do Desabafo Social / Rede Ubuntu; Leandro Vilas Verde, da Cipó Comunicação Interativa e Raimundo Pedreira do Nascimento, da Comissão de Articulação e Mobilização dos Moradores da Península de Itapagipe.

Veja algumas fotos: https://flic.kr/s/aHskGz7VZd
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