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28/09/2016 11:00

Novas narrativas para o audiovisual foram discutidas durante 8º Secti na Área

“Oxe, volte aí”, “Colé cabeça”. Esse são alguns dos jargões conhecidos pela população baiana e que, atualmente, são utilizados em novas narrativas do setor audiovisual do estado. Para debater, justamente, as novas ações desenvolvidas pelo setor, aconteceu nesta terça-feira (27), a 8ª edição do Secti na Área, no auditório do Instituto Anísio Teixeira (IAT), com a presença de diversos atores da cena audiovisual. Uma novidade desta edição foi a transmissão em tempo real através do site da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (Secti).
 
Para o coordenador de produção da Cipó Comunicação Interativa, Jean Cardoso, o debate foi muito interessante, principalmente por reunir “pessoas de diferentes canais e que juntos deram um panorama interessante de como está a Bahia”. Também presente na oportunidade, o jornalista Ricardo Figueredo ressaltou que no ambiente criado para o debate, além de juntar quem produz com quem “tem a chave do cofre”, também foi possível conhecer novas propostas para a área.
 
Uma das participações mais aguardadas pelo público presente, Paulo Alcoforado, secretário de Políticas de Financiamento da Ancine, falou sobre a atuação da instituição no financiamento de projetos, comercialização, promoção de longas metragens e também da linha de games. Já Luciane Gorgulho, chefe do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES, afirmou que este tipo que debate é muito importante para todos do audiovisual, pois ajuda ea incentivar o setor da economia criativa brasileira. “Temos planos de estreitar o relacionamento com o intuito de promover o desenvolvimento do audiovisual, games e todas as áreas da economia criativa”, comentou.

Sucesso atual na internet, o Frases de Mainha também mandou seu representante. Erick Paz disse que a ideia do grupo e dos vídeos surgiu através das frases da mãe do colega Caio Oliveira, que também faz parte da equipe. “Pensamos em passar uma mensagem bacana para o nosso público e, hoje, eles já ajudam na produção de novos conteúdos. Fugimos dos palavrões, de frases e situações que possam ferir qualquer grupo, sejam as mulheres, os negros, homossexuais ou evangélicos. Hoje, nós falamos para todos”, disse.
 
Acompanhe todo o debate no vídeo abaixo. Fizeram parte também as empresas Benditas, Origem e Cine Arts.

Secti


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