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11/10/2017 17:00

Maqhin comemora cinco anos no Parque Tecnológico da Bahia

Startup incubada no primeiro edital de 2016 e empresa residente desde 2014, a Maqhin Soluções Inovadoras celebra cinco anos instalada no Parque Tecnológico da Bahia. Um caso de sucesso entre as empresas que, com o apoio da incubadora Áity e da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), conseguiram se estabelecer no mercado e hoje promovem soluções em tecnologia da informação e comunicação.

Desde 2009 no mercado, a Maqhin atua em pilares que dão suporte completo a produtos inovadores: aplicativos, sistema de inovação e design e comunicação. A empresa já ganhou mais de 30 prêmios e editais de inovação e tecnologia, concorrendo, inicialmente, com o projeto Sistema Integrado de Autoatendimento (SIA), uma evolução do antigo projeto Toqhe Cardápio Digital.

O projeto Vigilante é o ‘carro chefe’ da Maqhin, que consiste em uma rede social colaborativa de denúncias de ordem pública. O usuário pode denunciar os problemas da sua cidade, através do aplicativo ou do computador, e as demandas são encaminhadas aos órgãos competentes e parceiros para serem solucionadas, tais como vazamento de água, buraco na pista, focos do mosquito da dengue, poste sem iluminação. “O Vigilante abriu muitas portas pra gente e gerou muita visibilidade para a empresa. Foi um projeto de pesquisa em georreferenciamento que, a partir dele, pudemos desenvolver outros produtos para novos clientes, abordando a mesma linha”, explica Rafael Câmara, sócio e diretor de negócios da Maqhin.

O chefe de gabinete da Secti, Rodrigo Hita, lembra que a Secretaria, através da Áity Incubadora de Empresas, é responsável por ‘dar uma mão’ para as startups, reduzindo em até três vezes as chances de uma empresa recém-criada não obter êxito logo no início da vida. “Ao estarem incubadas no Parque Tecnológico, as empresas recebem orientações em vários aspectos comerciais importantes, como administrativas, contábeis, financeiras e de marketing, além de ajudar a encontrar formas de financiamentos para o projeto inovador”, disse Hita.

Rafael ressaltou a importância de a empresa estar instalada no Parque, atualmente, como residente, porque o ambiente favorece a troca de experiências em inovação e tecnologia. “Damos muito valor à marca do Parque Tecnológico, aos sólidos clientes e parceiros, por isso decidimos ficar aqui como graduada. Começamos com três e atualmente contamos com 20 pessoas, entre profissionais e estagiários nas áreas de tecnologia da informação, design, comunicação, marketing e análise de sistemas”, acrescenta.

Crescimento

A MH2 é o resultado do crescimento dos serviços oferecidos pela Maqhin, uma startup incubada no Parque Tecnológico que desenvolve GeoProfit Strategy (GPS), na área de georreferenciamento, logística, monitoramento de frotas e big data. Uma versão do GPS já está sendo implantada em empresas de energias que buscam gerenciar equipes de logística com o objetivo de maximizar a arrecadação dos seus negócios, através de uma distribuição otimizada dos veículos que efetuam o corte do fornecimento de clientes inadimplentes das utilities (distribuidoras de energia, água ou gás).

A empresa apresenta-se como tendo um projeto inovador e com potencial eminente, pois a atividade gera impacto direto na arrecadação das instituições que costumam possuir milhões de clientes inadimplentes, sendo necessário cortar o serviço num local próximo para haver retorno financeiro, selecionando também aqueles com dívidas mais altas. O sistema está finalizado e em fase de comercialização, podendo gerar um aumento de 5% a 40% na receita, em muitos casos, o equivalente a 25 milhões por ano.
 
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