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Parque Tecnológico da Bahia

Parque Tecnológico da Bahia

O Parque Tecnológico da Bahia coloca-se como o centro de convergência do sistema estadual de inovação. Poder público, comunidade acadêmica e o setor empresarial trabalham de forma integrada e cooperativa, com foco no desenvolvimento de produtos e processos que tenham impactos regionais positivos e relevantes. A unidade é um centro irradiador da inovação, congregando os principais agentes dinamizadores voltados à geração de ideias e soluções criativas.

Gerido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, o empreendimento tem como áreas prioritárias Biotecnologia e Saúde, Tecnologia da Informação e da Comunicação, Energia e Engenharias. O Parque Tecnológico tem sua estrutura dividida em três eixos centrais:

- Eixo da Inovação, que opera como instrumento de atração de empresas;

- Eixo da Tecnologia, que abriga a esfera institucional de suporte à interação entre universidades e empresas;

- Eixo da Ciência, que envolve a estratégia de fortalecimento da produção científica.

O Parque Tecnológico da Bahia foi concebido para ser uma referência arquitetônica, urbanística e ambiental. Todo o projeto recebeu um cuidadoso tratamento paisagístico, preservando parte da cobertura da Mata Atlântica e o seu relevo. A localização na Avenida Paralela, uma das mais importantes de Salvador, coloca este equipamento próximo de centros de pesquisa e universidades que já atuam na Bahia, além de facilitar o acesso ao empreendimento.

Um dos pressupostos para um parque tecnológico ter sucesso é que esteja vinculado, ao menos, a uma instituição de ensino superior. Na Bahia, a opção estratégica foi não restringir o parque e colocá-lo num local neutro que permitisse a ligação com todas as instituições do Estado, da União. Não estando fisicamente em nenhum campus já existente, cria-se um novo campus que agrega unidades avançadas de todas as instituições, o que vai dinamizar o sistema de inovação. Todas as instituições são parceiras do parque e têm papel atuante no processo de implantação.

O Parque Tecnológico continua a crescer, tendo inaugurado, em 2016, importantes equipamentos como o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para a Saúde, o Cidacs, que contribui com a produção de conhecimentos científicos inovadores para ampliar o entendimento da influência dos determinantes e das políticas sociais e ambientais sobre a saúde da população, através de estudos e pesquisas com base em projetos interdisciplinares originados na veiculação de grande volume de dados (big data).

Também entrou em funcionamento, no mesmo período, o Polo de Inovação Salvador (PIS), gerido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifba). O espaço é composto por cinco laboratórios: de Engenharia Médica e Clínica (Lemc), de Física Médica (Lafir), de Produtos para Saúde (Labprosaud), de Prototipagem Integrada (Laproti) e de Sistemas Computacionais (Lscomp). Cada uma dessas áreas possui equipe e dispositivos próprios, com capacidade para desenvolver soluções em diferentes frentes.

Outra novidade é o Laboratório de Energia Solar (LabSolar), que é o primeiro laboratório do Brasil de certificação de placas fotovoltaicas, além do Living Lab, o ‘laboratório vivo’, resultado de uma parceria da Ufba com o Instituto Fraunhofer, da Alemanha, que vai testar tecnologias no conceito de cidades inteligentes. Tanto o Labsolar quanto o Living Lab têm entrega prevista para o primeiro semestre de 2018.

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