• Informativo
  • Bahia estado voluntário
  • Bahia estado voluntário

Notícias

11/02/2020 16:00

Secti participa do lançamento do Meninas Baianas na Ciência

Com o tema “conectando passado, presente e futuro”, o programa da Fiocruz empodera meninas na área científica

Em busca de alcançar a igualdade de gênero e acabar com a discriminação na ciência, o Instituto Gonçalo Muniz (Fiocruz Bahia) lançou o projeto Meninas Baianas na Ciência, neste dia 11 de fevereiro, data estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional da Mulher e Menina na Ciência. A cerimônia, que aconteceu no Auditório Aluízio Prata, na sede do IGM, contou com a participação de parceiros estratégicos como representantes das secretarias estaduais, entre eles uma equipe da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), liderados pela chefe de Gabinete, Mara Souza, representando a secretária Adélia Pinheiro.

Na prática, o projeto vai selecionar 60 meninas para participar da agenda, programada para 16 e 17 de abril na Fiocruz Bahia, composta por palestras realizadas por mulheres reconhecidas nacional e internacionalmente. Na ocasião, elas apresentarão um balanço sobre suas trajetórias individuais, além de um panorama a respeito do histórico da mulher brasileira cientista.

O lançamento teve início com a fala da diretora do IGM, Marilda Gonçalves, acompanhada da vice-diretora de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Serviço de Referência, Camila de Oliveira e a vice-diretora de Ensino e Informação, Patrícia Veras. Marilda ressaltou como é difícil ser uma mulher cientista. “Enfrentamos muitos desafios, mas sempre ressurgimos com a ideia de que estamos construindo um espaço para todos. O Instituto está aberto para desenvolver este trabalho de promover a igualdade e precisamos do apoio de todos, precisamos que homens apoiem mulheres para que possamos trabalhar juntos neste desafio”, disse.

Após a abertura, o evento teve seguimento com a apresentação “Mulheres na Fiocruz: memórias e trajetórias”, realizada pelo pesquisador Paulo Elian. Em seguida, uma mesa redonda formada pela secretária da Promoção da Igualdade (Sepromi), Fabya Reis, pela chefe de Gabinete da Secti, Mara Souza, por Ilnah de Oliveira, representando a Superintendência de Desenvolvimento Científico da Secti, a diretora de Políticas e Programas da Secti, Sahada Luedy e Shirley Costa, representando a Secretaria de Educação (SEC).

A chefe de Gabinete Mara Souza alerta para a necessidade de lutar para a construção de um cenário em que as mulheres sejam avaliadas apenas pela sua competência. “Parabenizo a Fiocruz Bahia pela iniciativa apresentada, pois precisamos mostrar para pessoas que acham que a ciência não é lugar de mulher, que podemos ocupar este lugar sim”, declarou, ressaltando a importância da parceria entre Fiocruz e Secti. “É essencial caminharmos juntas. Um bom exemplo das ações de combate à desigualdade da CT&I é o edital Fapesb, construído com a participação da Secti, Sepromi e Sesab, com cotas para mulheres e pessoas negras, voltado para pesquisa sobre doenças prevalentes na população negra.

Para conhecer mais sobre o projeto, acessa a página da Fiocruz Bahia.
Recomendar esta notícia via e-mail:

Campos com (*) são obrigatórios.